13.4.14

Fotografias

















 do Google, autor desconhecido.

As fotos morrem lentamente até
se tornarem intocáveis
nos anos que fugiram.

Não receies nem te doa
tudo ser matéria que se vai.
Um dia depois do outro regenera-se
com as mesmas diferenças.

Disse-te a luz no planalto
é mais leve e brilha, e envolve-nos
numa sugestão silvestre.

Deveria bastar-nos esse outro tempo
sem medida possível. Respiramos.
Os cães guardam-nos e ladram.
Só o presente deles parece verdadeiro.

 © nd

 
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