30.12.08

A grandeza não se esquece


Ontem à noite, de regresso à cidade, na Antena 2, Grande Auditório, Olivier Messiaen (1908-1992). La Transfiguration de Notre Seigneur Jésus-Christ. Retardei a marcha, passava pouco das nove da noite, mas não escutaria a obra toda. Não a conhecia. Agora tenho de ir por ela. Uma obra-prima de grande fôlego, monumental, do nosso tempo, bebendo na memória da música, uma leve ressonância de Mozart e inesperados mergulhos no passado remoto de sinos e cantochões. A primeira audição da obra, encomendada a Messiaen pela Gulbenkian, foi no Coliseu de Lisboa, em 1969. Levou cerca de quatro anos a compor, de 1965 a 1969. A direcção da versão que escutei é a que me dizem ser a que melhor traduz o compositor. Foi Reinbert de Leeuw quem conduziu o Coro da Rádio Flamenga e o Coro e a Orquestra Filarmonica da Rádio Holandesa. Dois coros. Cem vozes. Impressionante .

1 comentário:

manzas disse...

"A cada dia de nossa vida, aprendemos com nossos erros ou nossas vitórias, o importante é saber que todos os dias vivemos algo novo. Que o novo ano que se inicia, possamos viver intensamente cada momento com muita paz e esperança, pois a vida é uma dádiva e cada instante é uma bênção de Deus".

" UM FELIZ ANO DE 2009 "

 
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